Bicicletários Imaginários: 2014

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Em 2015...




pense POSITIVAMENTE
exercite-se DIARIAMENTE
alimente-se BEM
trabalhe DURO
mantenha-se FORTE
preocupe-se MENOS
dance MAIS
ame MUITO
seja FELIZ

São os desejos de...
BICICLETÁRIOS IMAGINÁRIOS

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Nossa Senhora...

...das Dores, é a padroeira da Igreja Católica localizada no Centro Histórico da Capital, na Rua dos Andradas, 597.


A igreja é vigiada por militares e não foi permitida a entrada da bicicleta. [Gostaria de ter fotografado nas escadarias.]


A história desta igreja é muito interessante: desde seu início e até os dias de hoje... Por exemplo, as imagens escultóricas internas do prédio tem um "ar" mórbido, pois além de ter um tamanho natural humano, em sua maioria usam perucas de cabelos naturais.Vale a pena conhecer!!! Nem que seja a critério de curiosidade. ;)



Saiba um pouco mais sobre...


...A Igreja Nossa Senhora das Dores


Em 1752, portugueses vindos dos Açores estabeleceram-se à beira do Guaíba e formaram o primeiro núcleo da futura cidade de Porto Alegre, próximo de onde, mais tarde, construiriam a Igreja Nossa Senhora das Dores.

Membros da irmandade devota a Nossa Senhora das Dores rezavam missas na Igreja Matriz, atual Catedral Metropolitana, até 1807, quando resolveram construir o seu próprio templo, lançando a pedra fundamental em um terreno entre as ruas do Cotovelo e da Praia, às margens do Guaíba. No início, esmolas eram levantadas pela comunidade local para construir e decorar a igreja.

Em 1813, inaugurada a Capela-Mor, foi realizado o translado da imagem de Nossa Senhora das Dores; a partir de então, as energias e esmolas se voltaram para a construção do interior da igreja.

Em 1857, com a cidade entrando em um novo período de crescimento, foi retomada a construção da Igreja, com espaço para um hospital, que atenderia os membros necessitados da Ordem. Provavelmente por falta de verbas, esse espaço nunca foi utilizado.

Na década de 1860, foi colocado o madeiramento do telhado e a abóbada da nave sob a coordenação do entalhador português Mestre João Couto e Silva, também responsável pela decoração interna e as talhas dos altares,no ano de 1850. Em 1866, após a pintura do teto, realizada pelo artista Germano Traub, o corpo da igreja foi inaugurado.

Nos anos seguintes foi construída a escadaria para a Rua da Praia. Antes o acesso era feito pela Rua da Ponte, atual Riachuelo. As três esculturas da fachada representam a fé, a esperança e a caridade. A antiga edificação tinha, em seu projeto original, torres barrocas com cúpulas arredondadas, ao gosto português.

No início do século XX, Porto Alegre contava com arquitetos e engenheiros de origem germânica,  que trouxeram da Alemanha tendências ecléticas. Um novo projeto da igreja foi apresentado pelo arquiteto Julio Weise e aprovado pela Irmandade. A construção seguiu até 1903 quando foi, finalmente, inaugurada, apresentando corpo em estilo colonial português com fachada eclética: frontispício e altas torres, ornamentados com esculturas em gesso.

Em 1938, a pedido da comunidade, A Igreja Nossa Senhora das Dores foi tombada pelo IPHAN  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na categoria de Sítio Histórico Urbano.Segundo Luiz Fernando Rhoden, arquiteto do IPHAN, a igreja das Dores foi tombada mais por seu valor histórico do que arquitetônico. Apesar de ter como origem um projeto barroco, seus longos 96 anos de construção fizeram com que passasse por diferentes leituras. Se internamente percebem-se as influências barroca e neoclássica a fachada é eclética. "Tem umas colunas egípcias, uns frontões clássicos gregos e um outro partido, encimado com um balde de flores", analisa.

Na capela mor encontram-se a estátua de São João Nepomuceno e a imagem de São José que datam de 1818, doadas por devotos da Santíssima. Existe ainda a imagem de Nossa Senhora das Dores logo à entrada lateral, também do século XIX.



Lenda e História - Jonino e a Igreja

Contam que um senhor de muitos escravos destinou um deles, Josino, para ajudar na obra da igreja. Certo dia desapareceram tijolos e outros materiais da construção. Josino foi acusado pelo seu senhor de ter sido o autor do roubo. Então, como a palavra dos senhores de terra tinha mais credibilidade do que a de um escravo, Josino foi condenado à forca. "No dia de sua execução, dizem que Josino, que se declarava inocente, rogou uma praga que iria provar sua inocência, dizendo que seu senhor não iria ver a conclusão das obras das torres da igreja, como um castigo do céu e à crueldade por que iam fazê-lo fazer passar", registra Maria Beatriz Cunha Ramos, especialista em História das Artes.

Fora as lendas, fatos objetivos contribuíram para o longo período da construção. A Ordem Terceira entrou em um período de decadência devido ao excesso de suas exigências para o ingresso de novos membros à Ordem. Sem membros, sem contribuições. Além disso, a irrupção da Revolução Farroupilha contribuiu ainda mais para piorar a situação. Depois, em meados do século XIX, foram destinadas verbas para a construção de um hospital para os irmãos pobres.

Novos ventos começaram a soprar a partir de 1898. O padre Fernando Gigante assumiu a paróquia e suspendeu os serviços religiosos. Rapidamente os membros se revoltaram e decidiram reativar a irmandade adormecida. Oitenta e quatro novos membros foram admitidos e as obras finais retomadas.

Em 1906 foi erguida a última torre e, no ano seguinte, concluída a longa escadaria. "Enquanto, no século passado, a conclusão do templo dependia dos esforços dos escravos, subjugados e explorados por seus senhores, não se chegou a um êxito feliz. Mas, uma vez abolida a escravidão no fim do século XIX, e todos unidos num trabalho espontâneo e livre, conseguiu-se acabar a obra. Parece ser esta a lição da lenda do escravo", regozija-se o padre C.J. Papen, em seu resumo histórico sobre a Igreja Nossa Senhora das Dores.

Muitos também acreditam que por ela estar em constante reforma, a praga de Josino permanece...

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A Frida se despede do MACRS...

...Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul.
 

Agradecemos todo o carinho da Curadoria da Exposição LINDE - UMA CIDADE ESPECULAR, aos colegas Artistas, ao IEAVI - Instituto de Artes Visuais, ao MACRS,  à Casa de Cultura Mario Quintana,  aos queridos amigos que visitaram, aos queridos amigos, que além visitar, também registraram sua presença através das fotografias com a nossa bicicleta roxa Frida. A Exposição foi um sucesso por causa de todos vocês!!! Gratidão!!! :D


[De 21 de agosto à 26 de outubro de 2014]


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Eu tenho bicicletas...

...porque não posso ter cavalos!!!


Desde quando me conheço por gente, amo cavalos!!! Quando eu tinha uns 5 anos de idade, o meu pai me colocou no lombo de um cavalo branco e, distraído, nem viu que eu saí cavalgando com o bichano... Bem bela e faceira!!! Sem medo de ser feliz!!!


Fiquei tão apaixonada por cavalos que comecei a apreciá-los com mais atenção. Aprendi a desenhar, pintar e a esculpir imagens com os seus traços. Na escola e na faculdade de Artes Visuais eu sempre fui conhecida pelos meus trabalhos referentes as figuras equestres.


O Artista que eu sempre admirei e que tem e seus trabalhos figuras de cavalos, é o gaúcho de Uruguaiana, Vasco Prado, o qual esculpiu esta Obra: "Égua bebendo água". Trata-se de um trabalho em bronze, doado pelo Artista para a Cidade de Porto Alegre, em 1994.


Vasco Prado é um dos escultores mais importantes do Brasil e certamente um dos mais influentes do Rio Grande do Sul, tendo formado gerações de novos artistas e inseminando o trabalho de muitos outros.


Este trabalho está em um espelho d'água [?]*, no pátio do Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo,  na Rua João Alfredo, 582, Bairro Cidade Baixa. Horário de visitação: Segundas-feiras, das 12h às 17h30min - De terças à sextas-feiras, das 9h às 17h30min.


 [Fonte do livro do meu querido professor do Atelier Livre, José Francisco Alves: A Escultura Pública em Porto Alegre - história, contexto e significado. Edição: Artfolio. Dezembro de 2004.]

*[Devo admitir que nunca vi água ali dentro...]

sábado, 13 de setembro de 2014

Elas choram e eu choro junto...

"Uma das cidades mais arborizadas do mundo", é o que todos diziam quando visitavam Porto Alegre...


Nos últimos tempos essa marca tem sido dissolvida, pois muitas das árvores centenárias estão sumindo... cortadas, banidas... sem dó nem piedade... Árvores que já estavam aqui, árvores trazidas por imigrantes... Árvores que acompanharam as nossas infâncias nos parques, nas ruas... na frente de nossas casas...


Com um sorriso sarcástico no rosto e uma uma potente serra em seus braços, ele diz: "Elas estão podres e por isso tenho a autorização para cortá-las... Se fotografar, você terá que falar com o meu advogado!"


Mas como? Como que árvores fortes, cobertas de folhas viçosas e verdes, com suas raízes resistentes... entrelaçadas, abraçadas, bem sustentadas na terra... estariam morrendo? A seiva, como sangue, escorre pelos seus corpos...  Elas choram e eu choro junto...


[Eram as mais fortes e lindas Ficus Italianas, no centro do Parque Moinhos de Vento - Parcão - Porto Alegre, nem tão mais alegre assim... - RS]



domingo, 7 de setembro de 2014

Divo do Canto...

...é o nome desta praça localizada na Rua Dr. Castro de Menezes, no Bairro Cristal, de fronte ao Hospital Militar.


Num primeiro momento, imaginei que seria homenagem a um rapaz que "cantava divinamente", mas na verdade,...


...a praça inaugurada no dia 8 de julho de 2002, leva o nome do Deputado considerado líder dos aposentados, pois foi o autor da lei que concede 40% de desconto nas passagens intermunicipais para os aposentados e pensionistas, com mais de 65 anos.


E ele também tem autoria no Dia Estadual de Vacinação do Idoso. Vacinação preventiva contra a gripe para pessoas com igual ou mais de 65 anos, no primeiro domingo do mês de abril. Deputado este, falecido no ano de 2011.


Será que quem mora perto desta praça, ou quem a frequenta sabe de tudo isto? É por isso que gosto tanto de pedalar... Sem estas minhas companheiras de mobilidade, talvez não seria tão estimulada a conhecer a cidade em que moro. Da próxima vez que eu estiver nesta praça, farei questão de conversar sobre isto com as pessoas que ali estarão...


...E bicicletários? Somente Imaginários! Mas adorei pendurar a minha bicicleta na argola para exercícios físicos. Heheheheh.






sexta-feira, 29 de agosto de 2014

O que você tem feito?

"Blocos maciços que representam situações esmagadoras..."
É o que diz Gonzaga, ao apresentar o seu projeto, intitulado: "Monumento aos Mortos e Desaparecidos do Regime Militar", 1995.


Este Monumento, composto com painéis de aço, está situado no Parque Marinha do Brasil, perto do início da ciclovia da Ipiranga, com a Beira Rio. O seu visual é notado pelo seu imponente tamanho, mas poucos sabem de seu real significado: é um memorial que relembra as pessoas que sofreram perseguições, torturas e foram sacrificadas por ousar falar no Regime de 1964.
 

Hoje ela é a lembrança de que muitos lutaram para a liberdade que temos hoje... Apesar das corrosão e das pichações, é um belo bicicletário imaginário para ser contemplado...


...e refletido: Será que a nossa luta diária é o bastante para conquistarmos uma vida melhor para todos que aqui estão e para as futuras gerações?



 [Fonte do livro do meu querido professor do Atelier Livre, José Francisco Alves: A Escultura Pública em Porto Alegre - história, contexto e significado. Edição: Artfolio. Dezembro de 2004.]

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

De máquina de andar para frente...

...para "Máquina de(l) Tiempo"!!!


Frida, minha bicicleta Brisa roxa, uma das minhas parceiras de mobilidade urbana, neste momento faz parte da Exposição Coletiva: LINDE - CIDADE ESPECULAR, no MACRS [Museu de Arte Contemporânea RS], na Galeria Xico Stockinger.


Ela será transformada em uma "Máquina de(l) Tiempo", pelo Artista Plástico Argentino Leonello Zanbón, até o final da exposição, dia 19 de outubro de 2014.


Em uma parede está o desenho do projeto, em outra o vídeo que mostra que o Artista fez uma bicicleta, preta com marchas, transformar-se em "Máquina de Tiempo"...


Para mim, além de ser uma máquina de andar para frente, que será transformada em uma "Máquina de Tiempo"... a Frida representa um Bicicletário Imaginário, pois está estacionada dentro do Museu de Arte Contemporânea RS, localizado no 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana. :D


A exposição conta com os trabalhos incríveis de outros grandes e queridos Artistas:

Felippe Moraes, Ignacio Rodríguez, Ío [Laura Cattani e Munir Klamt], Juan Gugger, Julia Masvernat, Luciana Lamothe, Magela Ferrero, Nazareno Rodrigues e Túlio Pinto.
Curadoria: Ío [Laura Cattani e Munir Klamt].


https://www.facebook.com/events/1448840512055328/?fref=ts


Visitação de 20 de agosto a 19 de outubro de 2014
Segundas-feiras > das 14h às 19h
De terças a sextas-feiras > das 10h às 19h
Sábados, domingos e feriados > das 12h às 19h

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Do outro lado do Guaíba...

...na Colônia de Pescadores Z5, na Ilha da Pintada.


Com a média de 1400 sócios, que pagam 70 reais anuais, a colônia ajuda os pescadores com material e estrutura, mas ainda é pouco... A Z5 tem um projeto de criar um restaurante panorâmico na Ilha da Pintada, onde seriam servidos os almoços que hoje são servidos na sede da Z5, que seria mais utilizada para reuniões e eventos. 


A atração do local é o Peixe na Taquara aos domingos... O buffet também tem um preço especial para quem não consome carnes.


É um local bacana para visitar de barco, que sai ali do Gasômetro, ou percorrer a BR116 de bicicleta... Que, por segurança, é melhor ir em grupo. #ficadica :D


[Fonte: http://www.ufrgs.br/ensinodareportagem/cidades/ilhadapintada.html]

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Regando plantinhas...

Cá estamos, no Reservatório Pedro Drügg, do DMAE, inaugurado na data de 13 de setembro de 1978, que fica na Praça Bela Vista, no Bairro de mesmo nome. Bairro nobre da capital. A praça está exatamente situada entre as Ruas Engenheiro Veríssimo de Matos e Engenheiro Antônio Rebouças.


Quando cheguei, havia uma menininha linda, entre 1 e 2 anos de idade, acompanhada com o seu pai e sua avó...

 
...Embora os brinquedos da praça sejam todos bem coloridos, ela se encantou com a minha bicicleta Sarah: a rodeava, batia palmas e dava gargalhadas gostosas. 


"Quem sabe uma nova ciclista?" Perguntei à eles. A resposta da avó foi: "Sim, muito provavelmente, pois ela é apaixonada pelo seu triciclo."


Que desta amorosa "plantinha" venham muitos frutos... para o nosso futuro!!! :D

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Ela quer pedalar...

...Foi como interpretei o momento em que vi a minha bicicleta ao lado das pernas, que sugerem movimento, da figura humana esculpida pelo nosso grande Artista Xico Stockinger, na entrada do Centro Municipal de Cultura Lupício Rodrigues. Obra esta, que eu a admirava de longe, quando ainda estava localizada na Galeria da família Stockinger: "Garagem de Arte Stockinger", na Rua Luciana de Abreu, Bairro Moinhos de Vento. Ela chama-se "Homenagem a Vasco Prado", do ano de 1998. 


 Austríaco, com cidadania brasileira, Xico destacou-se como um dos principais escultores modernos brasileiros, tendo sido também gravurista, fotógrafo, chargista, artista gráfico e gestor cultural.


Em abril de 1961, juntamente com o crítico e professor Carlos Scarinci, fundou o Atelier Livre, onde foi o seu primeiro diretor até o ano de 1964. O Atelier Livre foi idealizado pela necessidade de criação de um ateliê aberto, livre, em oposição ao ensino acadêmico. Desde 2003, o Atelier Livre chama-se "Xico Stockinger".


No Centro Municipal de Cultura Lupício Rodrigues, na Avenida Érico Verissimo, onde fica o Atelier,  existe também a Sala Álvaro Moreyra, a Biblioteca Pública Josué Guimarães, o Teatro Renascença e o Saguão de Exposições. 


Nos fundos do prédio tem um bicicletário, porém não é seguro, pois os guardas do estacionamento não tem uma boa visualização dele. Houveram casos de amigos que tiveram suas bicicletas furtadas ali. Não é bom arriscar. A minha dica é prender a bicicleta nas grades da frente do prédio, próxima à escultura do Xico Stockinger, com cadeados ligados no quadro, nas rodas e no selim.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Revitalizada...

... em abril de 2012, a charmosa Praça Darcy Vignoli tem uma diversidade já conhecida de bicicletários imaginários: postes, troncos, cercas, bancos, suportes de lixeiras, árvores... 


Ela é coberta por abundantes árvores, possui vários equipamentos para ginástica e brinquedos de parque  rústicos, feitos de troncos de árvores.


Ela fica no Bairro Passo D'Areia, na Avenida Grécia com a Rua Jary. Infelizmente na internet não encontrei seu histórico: nada sobre as origens de seu nome e de sua construção. Uma pena!


terça-feira, 24 de junho de 2014

Todo mundo no Museu...

...inclusive eu!!!


Este é um dos bicicletários imaginários que mais utilizo quando visito, ou participo de cursos, encontros e palestras no Museu de Artes do Rio Grande do Sul. São as grades da Praça da Alfândega, que fica de fronte ao MARGS.


O edifício é imponentemente lindo.  Pela sua grandeza, assusta quem não está acostumado a visitar exposições de Artes. Mas a entrada é franca: de terças a domingos, das 10h às 19h.


É bom sempre lembrar que há um índice alto de roubos de bicicletas no Centro da Capital. Então é importante usar mais de um cadeado, ou um que seja mais difícil de arrombar.